sábado, 26 de novembro de 2011

Vai parecer cliché se eu disser isto mas é a mais pura das verdades, nunca senti por ninguém o que sinto por ti, nunca o meu coração bateu tão forte por alguém, nunca. E tenho medo que isso seja uma fraqueza, porque sinto que faças o que fizeres irei sempre amar-te, irei sempre chatear-me, amuar, chorar até, mas nunca cortar com este laço que nos une, nunca acabar com tudo, nunca deixar-te ir, porque estou presa, estou incondicionavelmente presa a este amor, a ti, a nós.  

És tu, serás sempre tu!

domingo, 11 de setembro de 2011

Tinha que escrever, senão explodia, sinto um aperto no peito. Estas saudades estão a dar cabo de mim, já não sei estar sem ti, já não sei reagir á tua ausência, se é que há reacção possível. Isto de falar poucas vezes e pouco tempo é péssimo, para além disso, estou com aquela sensação de que algo vai correr mal, pode ser por estares longe, mas sinto-me estranha desde que te foste. A primeira noite foi um caco, mal dormi e às cinco da manhã nem precisei de despertador para me acordar parece que o meu cérebro já estava programado, o meu coração já sabia que estavas a ir embora e lá trocamos algumas sms antes de adormeceres na carrinha. 


Oh meu amor, volta depressa, sinto a tua falta, sinto mesmo. 

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O destino é uma rajada forte (46ª parte)

João sobe as escadas em direcção ao quarto de André, a tristeza estava lhe instalada nos olhos. Tinha muito medo de falhar com o seu amigo, tinha medo que as palavras de consolo falhassem. Queria ser um bom amigo mas não sabia como amenizar toda a dor que ele estava a sentir.
João: (bate a porta) posso?

André concentra-se e tenta levar o pensamento para longe.

André: Ah, entra João...
João: (cumprimenta André) Pensei que quisesses boleia e passei por aqui...
André: (Abana a cabeça afirmativamente) sim, sim, não me estava apetecer nada conduzir. ( faz uma pausa) A Lara?
João: Ela já foi para a capela...

Uma pausa constrangedora invade o quarto, e João pensa com cuidado em cada palavra, mas decide abrir o seu coração e deixar que ele fale.

João: André eu não sei nem consigo imaginar a dor que estas a passar, mas a única coisa que eu sei é que sempre que eu estive mal, sempre que tinha alguma problema, tu estavas lá, tu nunca me falhas-te, por isso meu irmão tu és das minhas grandes prioridades neste e em qualquer momento. Podes contar comigo para tudo e quando digo tudo é tudo mesmo. Se não conseguires dormir e às 3, 4, 5 da manha ainda estiveres á volta no quarto, liga-me mano, liga-me que eu venho num ápice. (faz uma pausa) Sei que vai demorar até o meu companheiro estar de volta, mas eu espero por ti. 

André não aguentou as lágrimas e desatou num pranto de choro. João abraçou-o enquanto dizia que tudo ia ficar bem.